Sobre o autor.

Cristiano Alves é Consultor em Linux, Analista de TI (Infraestrutura), Administrador de Redes, e Instrutor de treinamentos em Linux, com experiência em Linux como suporte, ministrando treinamentos, implantação e auditoria em data center desde 1997. Trabalhou, em 2005, na Season Consultoria e Treinamentos em Informática, onde era como monitor, ministrou, em 2006, treinamentos no DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial - São José dos Campos, SP). Entre 2007 e 2008 participou como voluntário de obra cristã social denominada Escola Cristã, onde realizou uma inclusão digital com a filosofia do software livre. Até junho de 2015 atuou como Analista de Infraestrutura no UOL, junto ao time de Engenharia de Data center.


terça-feira, 5 de junho de 2012

Certificações Red Hat Enterprise Linux - Instalando via FTP

       Na postagem anterior foi instalado e configurado um servidor FTP, sendo feito o redimensionamento necessário no volume lógico usado para armazenamento do repositório de instalação, assim como foram aplicados os contextos do SELinux aos arquivos do repositório para que o mesmo funcione o tanto como esperado no servidor FTP.


       Esta parte da série baseada nas baseada nas certificações do Red Hat Enterprise Linux abordará uma instalação do Scientific Linux através do servidor FTP configurado anteriormente.

       Para este método de instalação do sistema, será necessário ter disponível o CD somente de boot, o qual disponibilizarei a seguir, o qual pode ser adquirido através do link que segue:


       Como a instalação do sistema é o tanto quanto intuitiva (em forma de wizard), basta seguir as opções apontadas nas telas seguintes, e as explanações sobre a instalação serão feitas somente quando necessárias.


Apresentação - Para ampliar, clique sobre a figura.

Carregando o CD - Para ampliar, clique sobre a figura.
Testar a mídia de instalação - Para ampliar, clique sobre a figura.
Escolher o idioma - Para ampliar, clique sobre a figura.
Layout do teclado - Para ampliar, clique sobre a figura.
Para ampliar, clique sobre a figura.
       Escolher o método de instalação via URL, conforme mostra a figura acima, para que possamos apontar a URL do nosso servidor FTP configurado anteriormente.

Para ampliar, clique sobre a figura.
       Como a solução não usará ainda TCP/IP versão 6, convém desabilita-lo, como apontado na figura acima, e na sessão IPv4, foi usado IP dinâmico, pois está habilitado um servidor DHCP na máquina onde foi configurada o servidor FTP. Ok para prosseguir...

Para ampliar, clique sobre a figura.
       Conforme vemos na figura acima, foi apontada a URL do nosso servidor FTP, a qual é composta pelo endereço IP do mesmo (10.0.2.15), seguido do caminho onde encontra-se o repositório de instalação (/pub/inst). Ok para prosseguir...

Para ampliar, clique sobre a figura.
       E inicia-se a instalação propriamente dita. Caso retorne algum erro nesta etapa, verifique se a porta 21 (FTP) do servidor está bloqueada e reinicie a instalação.

Instalação GUI - Para ampliar, clique sobre a figura.
Tipo de dispositivos de armazenamento que a instalação envolve - Para ampliar, clique sobre a figura.
Nome para o computador - Para ampliar, clique sobre a figura.
       Hostname: tester1.example.intranet

Fuso-horário - Para ampliar, clique sobre a figura.
Senha para o super-usuário (root) - Para ampliar, clique sobre a figura.
Layout de particionamento - Para ampliar, clique sobre a figura.
Disk druid (Particionador Padrão RHEL) - Para ampliar, clique sobre a figura.
Adicionar partição.
       Após clicar em "Create", e apresentada a tela acima, para adicionar uma nova partição, onde foi escolhido para ser criado um novo volume físico (LVM), o qual preencherá o tamanho máximo permitido...

Crias espaço para armazenamento.
       ... Ao pressionar Ok na tela anterior, é exibida uma outra, qual nos dá três tipos de espaços para armazenamento, onde foi escolhido que será criado um grupo de volumes LVM...

Criar grupo de volumes LVM.
       ... Ao pressionar Ok na tela anterior, é exibida agora a tela onde é nomeado o grupo de volumes (vg_tester1), onde é mostrado também os volumes físicos que formarão o mesmo, e por ultimo, a sessão onde podemos adicionar, editar, e apagar os volumes lógicos dentro do dado grupo de volumes.

Criar volume lógico.
       Ao clicar no botão adicionar, é exibida a tela para criar volumes lógicos, onde foi criado o volume lógico destinado a servir como a partição raiz do sistema, qual foi configurado conforme mostra a figura acima.

Volume lógico criado.
       Ao clicar em Ok, é retornada a tela anterior com o volume lógico criado. Na mesma tela são exibidos também os dados do uso do volume lógico vg_tester1 conforme apontado na figura acima.

       Com os mesmos procedimentos, foram criados também os volumes lógicos, quais servirão como espaço de troca (swap), e como partição /home. A figura que segue mostra como foi alocado o grupo de volumes integralmente.

Alocação do grupo de volumes vg_tester1.
Alocação da partição sda1. - Para ampliar, clique sobre a figura.
       ... E ao clicar em ok, é retornada para a tela de criação de partições, onde temos a visão geral da alocação de toda a partição sda1
       
Alocação da partição sda1. - Para ampliar, clique sobre a figura.
       Ao pressionar em Next na tela anterior, é exibida, conforme mostra na figura acima, uma mensagem dizendo que não é permitido que um volume lógico seja uma partição inicializável (boot). Ok...

Recriando a tabela de particionamento - Para ampliar, clique sobre a figura.
       Assim, foi pressionado o botão "Reset", e em seguida é apresentado o diálogo perguntando se estamos certos de querermos retornar a tabela de partições ao seu estado original. "Yes"...

Criando partição raiz.
       ... E foi criada a partição raiz comum, conforme mostrada na figura acima.

       Com o restante do espaço disponível, foi criada mais uma vez o volume físico em sda1 e o grupo de volumes lógicos vg_tester1, onde foram criados os volumes lógicos que funcionarão como o espaço de troca (swap), e partição /home.
       Desta forma, a tabela de particionamento ficou conforme mostra a figura que segue:

Tabela de particionamento recriada. - Para ampliar, clique sobre a figura.
       Obs.: No RHEL e "rebuilds" não é possível que partições inicializáveis, como a raiz, ou quando separamos uma partição /boot sejam alocadas em volumes lógicos, o que não acontece em outras distribuições como Slackware, e Debian.

Carregador do Sistema (Instalando o GRUB). - Para ampliar, clique sobre a figura.
Tipo de Instalação do sistema. - Para ampliar, clique sobre a figura.
       Conforme vemos na figura acima, foi usada o tipo de instalação para um servidor básico (Basic Server). Ao clicar em modificar repositório (Modify repository), é constatado exatamente que o endereço do nosso repositório FTP, qual foi configurado anteriormente, esta sendo usado. "Cancel".

Personalizar pacotes a serem instalados. - Para ampliar, clique sobre a figura.
       Com selecionamos para personalizar os softwares a serem instalados, independente do tipo da instalação escolhido anteriormente, foi apresentada a tela acima, porém não foi escolhido nenhum outro software a ser instalado além dos que estão presentes no grupo de pacotes "Basic Server". 

Checagem de dependências. - Para ampliar, clique sobre a figura.
Instalando. - Para ampliar, clique sobre a figura.
Instalação Completa. - Para ampliar, clique sobre a figura.
       "Reboot"...

Servidos Básico Rodando. - Para ampliar, clique sobre a figura.
       O tipo de instalação "Basic Server" não executa o "Firstboot", pois não instala o Xorg por padrão.




       Prosseguiremos com esta série de postagens baseadas no RHCSA/ RHCE. Permaneçam atentos às novas postagens.

          Tudo, até aqui.

          Saudações a todos.





Referências.:




RHCSA/RHCE Red Hat Linux Certification Study Guide (Exams EX200 & EX300), 6th Edition (Certification Press) by Michael Jang



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