Sobre o autor.

Cristiano Alves é Consultor em Linux, Analista de TI (Infraestrutura), Administrador de Redes, e Instrutor de treinamentos em Linux, com experiência em Linux como suporte, ministrando treinamentos, implantação e auditoria em data center desde 1997. Trabalhou, em 2005, na Season Consultoria e Treinamentos em Informática, onde era como monitor, ministrou, em 2006, treinamentos no DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial - São José dos Campos, SP). Entre 2007 e 2008 participou como voluntário de obra cristã social denominada Escola Cristã, onde realizou uma inclusão digital com a filosofia do software livre. Até junho de 2015 atuou como Analista de Infraestrutura no UOL, junto ao time de Engenharia de Data center.


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Cristiano José Alves de Souza


37 anos, solteiro.
São Paulo
Móvel. +55 (11) 5946 - 5618
E-mail: meucurriculo@digitalfreedom.tk
Disponibilidade para viagens
Estuda proposta para morar em outro país/ estado/ cidade.


APRESENTAÇÃO:

Experiência em LINUX desde 1998 (Cliente-Servidor),
realização de workshop para venda detreinamentos,
boa ética, espírito empreendedor, a tomar
conhecimento dos fatos apresentandosoluções,
capacidade para aprendizagem, excelente
relacionamento interpessoal;


OBJETIVO: 

Suporte a Redes e Infraestrutura;
Administração de Sistemas e Redes Linux;
Consultoria e Treinamento;


CONHECIMENTOS:

Administração de sistemas Linux: Instalação, gerenciamento de contas,
processos, arquivos e diretórios,  procedimentos de tuning como confi-
guração de recursos gráficos, instalação de aplicativos (pkgtool, dpkg,
rpm), automação de procedimentos (at), gerenciamento de módulos do
kernel (configuração de hardware);Administração de redes, com configurações
pppoe (ADSL), IP aliasing, servidores DHCP, DNS (bind), Apache web server
para intranet, SMB (Samba, redes Windows), shell scripts para automação
 de tarefas e firewall (iptables), squid web proxy cache, configurações
das estações de trabalho, LVM (Logical Volume Manager), network bridge,
Virtualização com Oracle VirtualBox e Xen, com uso de mais utilitários
nas distribuiçõesDebian Squeeze 6.0 e Scientific Linux 6.2/RHEL 6.0;

Administração básica Unix (Oracle Solaris, OpenSolaris): Instalação,
gerenciamentode discos e pools ZFS, tuning,, adaptação do sistema ao
ambiente de virtualização Xen, configuração de interface de rede;

Redes: Domínio total da internet, com browsers, broadband, configurações,
consultas, navegação segura, prestando suporte por telefone e on - line a
usuários, configurações TCP/IP (Linux/Windows), crimpagem de cabos UTP;

Hardware: Montagem, manutenção e revisão de hardware para atendimento a usuários.


FORMAÇÃO:

Universidade Paulista - UNIP, Brasil
Curso: Engenharia de computação.


OUTROS CURSOS:

Season Consultoria e Treinamentos em Informática (Administração de sistemas
e redes Linux, SAMBA, Apache Web Server, Squid Proxy-Cache.)


IDIOMAS:

Holandês, Inglês, Russo.


EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: 

New Horizons Brasil
Instrutor de treinamentos em Linux

Ministrei treinamentos no CTA (Centro Tecnico Aeroespacial) em
administração de sistemas Linux (Slackware) incluindo instalação, comandos
básicos, particionamento em discos rígidos (cfdisk), rotinas de backup (tar),
shell scripts, redes Linux e Windows (SAMBA), Roteador NAT, DHCP, DNS (bind), firewall com iptables e squid web proxy cache.



terça-feira, 13 de dezembro de 2011

LVM Linux - Slackware

O Slackware Linux passou a suportar LVM (Logical Volume Meneger) a partir da versão 12.0.
Mas qual a vantagem em usar o LVM?
A principal vantagem é aproveitar o máximo do sistema de arquivos através da criação de um grande disco virtual.

Este artigo abordará  criação de uma partição LVM no Slackware Linux 13.37 já instalado, e comparando com uma situação no Red Hat Enterprise Linux 6.0.


O cfdisk é um utilitário de particionamento modo texto, porém bem intuitivo, sua interface principal mostra de forma bem clara a tabela de particionamento, conforme mostra a figura abaixo:

Para ampliar, clique sobre a figura.

Conforme notamos acima, trata-se de uma instalação já realizada do Slackware, onde dentre as principais partições, temos, além da área de troca (swap), uma partição sda3 ext4 (444,17 Mb), alocada para o ponto de montagem /boot, uma sda5 ext4 (aproximadamente 15 Gb), alocada a raiz do sistema, e uma outra sda6 reiserfs (aproximadamente 200 Gb), destinada aos arquivos dos usuários (/home).
Apos a área de troca (sda7, swap), temos um espaço não alocado (Free Space), e é justamente ele que usaremos para esta abordagem aqui.

Criaremos, assim, a nossa partição LVM:

  1. Usando a tecla direcional para baixo, selecione o "Free Space", conforme mostra a figura acima;
  2. Usando a tecla direcional para direita, seleciona a opção "New", e pressione Enter;
  3. O cfdisk pedira para digitar-mos o tamanho da partição a ser utilizado. No meu caso, usarei todo o espaço não alocado (20968.85). Após digitar o tamanho, pressionar Enter.

Foi criada a partição Linux, conforme mostra a figura abaixo:

Para ampliar, clique sobre a figura.

Agora que criamos a nossa partição Linux, ainda não dizemos que ela será uma partição LVM, para isto, mantenha a partição selecionada conforme mostra a figura acima e siga os passos abaixo:

  1. Com a tecla direcional a direita, selecione a opção "Type" (ou simplesmente tecle a letra "T"), aparecerá uma tela com os tipos de partições e os seus códigos correspondentes;
  2. Agora o cfdisk pedirá para escolhermos o sistema de arquivos sob o qual a nossa partição irá trabalhar (Enter filesystem type: 82). No lugar do número 82, basta digitar 8E, conforme mostra a figura abaixo:

Para ampliar, clique sobre a figura.


... E pressionar Enter.
Agora sim, temos uma partição LVM.

Para ampliar, clique sobre a figura.

Ainda não é tudo, pois apenas criamos a partição, sendo que ela apenas está criada, mas ainda não funcional. Antes, precisamos salvar as alterações feitas na tabela de particionamento, conforme os passos a seguir:

  1. Com a tecla direcional a direita, selecione a opção "Write", e pressione Enter;
  2. O cfdisk perguntara se você está certo de que deseja escrever a tabela de particionamento para o disco rigido. - Are you sure you want to write the partition table to disk? (yes or no):
  3. Digite Yes, e tecle Enter.
  4. Pressionar a tecla "Q" para sair do cfdisk.
Obs.: Caso não proceda com estes últimos 4 passos, a adição da nossa partição LVM será em vão.


A seguir, tornaremos a nossa partição LVM realmente funcional.


O que isto significa?


Significa que apenas a nossa partição LVM foi criada, mas não há nem os volumes físicos (Physical Volumes), nem os grupos de volumes (Volume Groups), e nem os volumes lógicos (Logical Volumes). Faremos isto conforme mostra a figura abaixo:


Para ampliar, clique sobre a figura.


Vamos aos procedimentos utilizados acima:

  1. Foi criado um volume físico com o comando pvcreate (Physical Volumes);
  2. Foi criado um grupo de volumes com o comando vgcreate (Volume Groups);
  3. Foram criados volumes lógicos com o comando lvcreate (Logical Volumes).
Nota: ¹ Ao criar um grupo de volume, "vg00" é justamente o nome do grupo; ² Ao criar um volume lógico, -L indica tamanho do volume (513M, 452M, 20G), e -n indica o nome do volume (swap, boot, vms).

 Obs.: Notem que ao tentar criar o volume lógico de 20 Gb, retornou a mensagem abaixo:

Volume group "vg00" has insufficient free space (4757 extents): 5120 required.

Ou seja, seria necessário que o grupo de volume "vg00" tivesse 5120 extensões para suportar os 20 Gb, mas o que ele têm (4757) só suporta 18 Gb.
É possível fazer com que ele suporte os 20 Gb, ou pelo menus os 19 Gb?
Guardem esta pergunta para mais adiante, antes prosseguiremos com a criação dos dispositivos (devices) referentes ao grupo de volumes, assim como a ativação dos volumes, conforme mostra a figura abaixo:

Para ampliar, clique sobre a figura.
Entendemos que cada grupo de volumes sejam como um servidor com vários discos físicos espetados nele, de forma que é necessário que o sistema operacional entenda assim, e que dentro de cada servidor (grupo de volumes) existam um, ou mais discos (volumes) dentro dele.
Isto foi feito através do comando vgscan. A opção --mknodes, não destina-se apenas para criar os arquivos especiais para LVM dentro do diretório /dev, mas também, faz uma checagem, e havendo alguns arquivos não usados, remove-os.
Em seguida foram ativados os volumes lógicos com o comando vgchange. A opção -ay destina-se em controlar a disponibilidade dos volumes lógicos dentro do grupo de volumes para input/output.
Finalmente, foram listadas as partições comuns, inclusive a Linux LVM, com o comando fdisk -l, e notamos que após a listagem das partições comuns, foram listados também os volumes lógicos dentro da nossa LVM. E ao listarmos os arquivos dentro de /dev/vg00/, notamos que estão lá os arquivos especiais relativos a cada volume lógico criado.

bash-4.1# ls /dev/vg00/ -l
total 0
lrwxrwxrwx 1 root root 7 Dec  5 20:53 boot -> ../dm-1
lrwxrwxrwx 1 root root 7 Dec  5 20:51 swap -> ../dm-0
lrwxrwxrwx 1 root root 7 Dec  5 20:54 vms -> ../dm-2



Algumas considerações sobre LVM no Red Hat Enterprise.

Para ampliar, clique sobre a figura.
Considerando uma instalação do RHEL 6.0 (Figura acima), feita sobre um outro laptop, qual uso para simular um servidor, vemos ali o sistema instalado já sobre volumes lógicos, o que não foi feito com o Slackware 13.37 aqui em questão. Mas qual a diferença em implementar o LVM no RHEL e no Slackware? É possível fazer a instalação do Slackware já sobre volumes lógicos, como no RHEL?

A diferença fica por conta da instalação. Onde temos um Red Hat que traz consigo uma ferramenta de particionamento própria, gráfica, amigável, e intuitiva para a implementação da LVM em tempo de instalação. Enquanto que, para fazer o mesmo no Slackware é necessário seguir todos os procedimentos descritos neste artigo. Qual a melhor opção? Isto depende de uma série de fatores. A aplicação da LVM, a escolha da distribuição por conta de cada empresa, dentre outros. Mas no momento de gerenciar uma solução LVM já implementada, certamente, o bom profissional "open source" recorrerá mais ao bom e velho modo-texto.

Na próxima postagem abordarei mais a parte de gerenciamento da LVM.

Tudo, até aqui. 

Saudações.


Referências:

LVM durante a instalação do Slackware 12.0 por Herbert Alexander Faleiros.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

LVM - Gerenciamento

Na postagem anterior abordamos sobre a criação de uma partição LVM, a criação de um volume físico, de um grupo de volumes lógicos, assim como a criação de alguns volumes lógicos dentro da partição LVM.
Foram utilizadas ferramentas como o cfdisk, o fdisk, e demais comandos relacionados diretamente com esta implementação.

Assim já tendo implementada a solução, vamos gerencia-la, de forma a fazer a mesma utilizável pelo sistema operacional. Mas antes colocarei aqui uma observação importante sobre a interface do cfdisk:

Para ampliar, clique sobre a figura.

Notamos na figura acima que a partição Linux LVM, depois de ter sido criada sobre ela o volume físico e o grupo de volumes lógicos, ela passou realmente a ser membro de um gerenciador de volumes lógicos (LVM2_member).


Pois bem, vamos agora fazer mais algumas alterações na tabela de particionamento acima.
Como foi criado um pequeno volume lógico, qual eu o nomeei como "swap", usaremos ele conforme tal atribuição.
A primeira coisa a ser feita é eliminar a partição swap da tabela acima, sendo necessário desativar antes o espaço de troca (partição swap) do sistema, conforme mostra a figura abaixo:

Para ampliar, clique sobre a figura.
Assim, usando o comando swapoff desativamos a partição swap existente. Caso tenha esquecido o número da partição, basta obter uma listagem rápida das partições e dos volumes existentes através do comando -parâmetro fdisk -l, como foi feito acima.
Agora sim, podemos apagar a partição swap, de forma que a tabela de particionamento do cfdisk mostrará um espaço livre no lugar dela:

Para ampliar, clique sobre a figura.

Feito isto, basta salvar as alterações na tabela de particionamento, e sair do cfdisk.

Agora vamos reconfigurar o nosso espaço de troca. Mas como isto será possível sem a partição swap?
Utilizaremos o volume lógico swap.

Para ampliar, clique sobre a figura.

Acima, foi configurado o espaço de troca, seguindo os seguintes passos.

  1. Configurei o volume lógico "swap", como sendo o novo espaço de troca com o comando mkswap;
  2. Ativei o espaço de troca configurado com o comando swapon.
Obs.: ¹ Na primeira tentativa de configurar o espaço de troca, o sistema retornou a mensagem:
mkswap: /dev/vg00/swap: warning: don't erase bootbits sectors
        on whole disk. Use -f to force.

Desta forma, pode usar já direto o comando com o parâmetro -f, para forçar, como feito posteriormente; ² Não esquecer de modificar a linha referente ao espaço de troca (swap) em /etc/fstab, conforme mostra a figura abaixo:

A entrada da partição apagada (/dev/sda7) foi substituída pela referente ao volume lógico (/dev/vg00/swap). Para ampliar, clique sobre a figura.


Mas, e o que fazer com aquele espaço livre onde localizava-se a partição swap, será inutilizado? Lembram-se daquela situação em que eu tentei criar o volume lógico "vms", com 20 Gb, depois com 19 Gb, mas só foi aceito ser criado com 18 Gb? Voltemos ao cfdisk.

Para ampliar, clique sobre a figura.

Foi criada uma nova partição Linux, substituindo a partição swap.

Para ampliar, clique sobre a figura.

Conforme a figura acima, foi feito o seguinte:
  1. Foi criado um novo volume físico;
  2. Estendemos o grupo de volumes existente vg00, incluindo-se a partição /dev/sda7, com o comando vgextend.
 Obs.: Após ter criado a nova partição no lugar da swap, através do cfdisk, embora ela tenha sido configurada simplesmente como tipo "Linux", ela volta a ser swap, assim, no momento da criação do volume físico sobre ela, o sistema retorna a mensagem:

WARNING: swap signature detected on /dev/sda7.

... E pergunta se quer apaga-la: Wipe it? [y/n]

Assim, basta teclar y, e em seguida Enter. A partição swap será "destruída"...

Para ampliar, clique sobre a figura.

... passando a ser também um membro de um gerenciador de volumes lógicos (LVM2_member), conforme mostra a figura acima.

Para ampliar, clique sobre a figura.


E vemos na figura acima que isto possibilitou criar outra vez o volume lógico "vms", com com 20,6 Gb, após ter apagado o que tinha 18 Gb com o comando lvremove.
Obs.: ¹ Na tentativa de tentar criar o volume especificando o tamanho em Gb (com o parâmetro -L), o sistema retorna a mesma mensagem de antes...

Volume group "vg00" has insufficient free space (4903 extents): 5120 required.

... falando sobre a insuficiência de extensões para a criação do mesmo. Desta forma, ao passar a quantidade de extensões requeridas (com o parâmetro -l), o volume é criado com o tamanho de 20,6 Gb, conforme comprovado na figura abaixo:

Para ampliar, clique sobre a figura.

E antes de reinicializar para checar o funcionamento de tudo ...

Para ampliar, clique sobre a figura.
  1. Foi formatado o volume lógico sob o sistema de arquivos reiserfs, com o comando mkfs.reiserfs;
  2. Foi criado o ponto de montagem /lvs/vms para o volume;
  3. Foi adicionada ao /etc/fstab a entrada para que o volume lógico seja montado em tempo de inicialização do sistema.


 Reinicializado o sistema, para finalizar:

  1. Foi verificado o volume lógico devidamente montado (mount);
  2. Foi verificado que o tamanho do volume lógico montado ficou exatamente em 20 Gb (df -h);
  3. O volume lógico swap também funcionando propriamente (free -m).

Na próxima postagem continuarei sobre gerenciamento da LVM, incluindo permissões de usuário e grupos sobre volumes lógicos.


Tudo, até aqui.

Saudações.


Referências:

LVM durante a instalação do Slackware 12.0 por Herbert Alexander Faleiros.
LVM no Linux por Hugo Cisneiros.

domingo, 11 de dezembro de 2011

LVM - Gerenciamento e Permissões.


Na postagem anterior abordamos sobre gerenciamento da LVM.
Foram utilizadas ferramentas como o cfdisk, o fdisk, dentre outras. Desativamos (swapoff), e eliminamos a partição swap do sistema, criando (mkswap), e ativando (swapon) o volume lógico nomeado "swap" passando este a ser a área de troca.
Foi feita também a exclusão (lvremove) do volume lógico nomeado "vms", sendo ele outra vez criado (lvcreate), com o tamanho de 20 Gb após feita extensão (vgextend) do grupo de volumes lógicos, incluindo nele a partição que outrora servia como a área de troca do sistema. O volume lógico nomeado "vms" foi formatado (mkfs.reiserfs), em seguida, sob o sistema de arquivos reiserfs, foi criado o ponto de montagem para o mesmo, e acrescentado a /etc/fstab a linha necessária para que o volume seja montado em tempo de inicialização.

Agora atentemos a figura abaixo:

Para ampliar, clique sobre a figura.

Notamos que o usuário "gast" pode acessar o volume a partir do ponto de montagem definido em /etc/fstab, porém, no momento da criação de um arquivo para testar a escrita, não foi possível a criação do mesmo.
Listando o conteúdo do diretório /lvs, notamos que o subdiretório /vms pertencia ao usuário.grupo root.root. Ao tentar alterar o grupo proprietário de /vms (ponto de montagem, e não o volume lógigo), o sistema não permitiu por tratar-se de uma operação designada somente ao root, de forma que foram seguidos os seguintes passos:

  1. Foi acessado o terminal como root (su);
  2. Foi alterado o grupo proprietário de /vms para vboxusers;
  3. Voltei o terminal com o usuário normal (exit);
  4. Listei o conteúdo do diretório /lvs, e foi conferido que o subdiretório /vms passou pertencer ao usuário.grupo root.vboxusers.
Mas, ao fazer a verificação da permissão de escrita, foi verificado que ainda não era possível escrever dentro do volume lógico.

Para ampliar, clique sobre a figura.

Que será que faltou? Não foi verificado que que o grupo proprietário de /vms foi alterado para "vboxusers"?
A figura acima mostra que somente root tinha permissão total em /vms, mas o grupo tinha permissões apenas de leitura e execução de binários. Dessa forma, foi dada a permissão também de escrita (chmod -Rv 0775) para o grupo proprietário do diretório /vms (rwxrwxr-x).




Preparando o volume lógico para receber uma máquina virtual.

Bem, a idéia mesmo de alterar o grupo proprietário de /vms para "vboxusers" deixa entendido que o volume lógico em questão será usado para uma sulução simples de virtualização usando o VirtualBox, qua é uma outra solução da Oracle, qual vocês podem baixar através dos links abaixo, a depender do seu processador:
i386 (Processadores x86 32 bits)
amd64 (Processadores 64 bits)

Algo que podemos fazer antes é tornar o usuário "gast" um "sudoer", ou seja, um usuário com poder de executar algumas tarefas peculiares de "root" sob demanda.

Para ampliar, clique sobre a figura.
 Para isto, basta incluir a linha conforme indicado na figura acima em /etc/sudoers, referente ao usuário "gast".
Nota.: O usuário "gast" é apenas o exemplo utilizado aqui.

E agora instalamos o VirtualBox, conforme mostra a figura abaixo. O pacote eu salvei dentro do diretório Downloads/ do usuário.


Para ampliar, clique sobre a figura.
Após instalado, para abri-lo, basta entrar com o comando VirtualBox & através de um xterm. Podendo ser aberto também através do menu do seu desktop, ou gerenciador de janelas de sua preferência. 

Já com o VirtualBox aberto, vá até o menu Arquivo - Preferência...




Ao abrir a janela VirtualBox - Configurações...




Escolha a pasta padrão para a máquna virtual no combobox conforme mostra a figura abaixo...




Abrirá o diálogo para escolher dentre as pastas do sistema...




Assim, procure o caminho do ponto de montagem do volume lógico, neste caso aqui, o /lvs/vms.




Clicou Escolher - Ok.


Pronto. O volume lógico está pronto para receber a máquina virtual.


Na próxima postagem, abordarei uma instalação básica do FreeBSD sobre a máquina virtual.




Tudo, até aqui.

Saudações.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Configuração da Máquina VIrtual (FreeBSD)

Na postagem anterior abordamos sobre a preparação de um volume lógico para o recebimento de uma máquina virtual.
Foi alterado o grupo proprietário do ponto  de montagem do volume lógico (chgrp), dando também a permissão total de acesso ao grupo (chmod), foi baixada e instalada a versão mais atual do VirtualBox, e configurado para o recebimento da máquina virtual sobre o volume lógico criado, preparando-o, assim, para o recebimento da mesma.


Agora iremos para a criação da máquina virtual (a partir de agora, quando eu falar "vm", entenda-se como máquina virtual). Iniciaremos pela figura abaixo:

Para ampliar, clique sobre a figura.

Ao clicar no botão Novo, abrirá a o diálogo, conforme mostra a figura abaixo:

Para ampliar, clique sobre a figura.

Ao clicar e em Próximo, será exibida a tela conforme a figura abaixo, onde escolheremos o nome da vm, e o sistema operacional que será instalado sobre a mesma:

Para ampliar, clique sobre a figura.

Como a proposta é a instalação do sistema FreeBSD, foi dada a vm o nome de FreeBSD, assim como o tipo do sistema e a versão escolhida foram BSD e FreeBSD, respectivamente.

Clicar outra vez em Próximo...

Para ampliar, clique sobre a figura.

Nota-se que é exibida uma mensagem sobre permissões. Mas como isto? No não foram feitas todas as configurações de permissões para o grupo "vboxusers" e o usuário "gast" na postagem anterior? Será que faltou alguma coisa?

Para ampliar, clique sobre a figura.

Ao verificar-mos a linha referente ao grupo "vboxusers" em /etc/group, notamos que o mesmo está como um grupo vazio, de forma que nenhum usuário, muito menos o "gast" faz parte, ainda, do grupo, faltando, portanto, fazer mais este ajuste...


Para ampliar, clique sobre a figura.


Acrescentando o nome do usuário após os últimos dois pontos na linha referente ao grupo, no caso, o "gast", fazendo com que o mesmo passe a integrar-se ao grupo "vboxusers". Utilize o editor de texto de sua preferência, no caso foi utilizado aqui o vi.


Obs.: Para que a configuração acima faça efeito, é necessário reiniciar tanto o VirtualBox, como fazer um novo login do usuário corrente.
Prosseguiremos...

Para ampliar, clique sobre a figura.

Na tela acima, é solicitado a quantidade de memória RAM a ser alocada, recomenda-se alocar sempre até a metade da memória RAM física, pois a depender da arquitetura física usada, pode ocorrer travamentos na inicialização, ou durante o uso da vm.

Ao clicar em Próximo, será exibida uma tela onde pedirá para ser escolhido o disco virtual, tratando-se de uma primeira máquina virtual, basta deixar tudo na tela como está e clicar outra vez em Próximo.
Abrirá a tela para a criação de um novo disco virtual, conforme mostra abaixo:

Para ampliar, clique sobre a figura.

Nas versões anteriores do VirtualBox, só era possível trabalhar com o formato próprio dele, nesta versão já é possível trabalhar com formatos a serem utilizados em outros softwares de virtualização como o VMWare (vmdk).
Caso for usar o disco virtual apenas no VirtualBox, recomenda-se deixar com o formato ".vdi". Experimentando instalar o Red Hat 6.0 sobre um disco no formato ".vhd", não foi possível nem a inicialização da instalação através da imagem iso, após não apenas uma tentativa.

Para ampliar, clique sobre a figura.

Ao clicar outra vez em Próximo, será exibida uma tela onde será necessário um conhecimento prévio da aplicação para solução da virtualização, de forma que se a aplicação requer a otimização da alocação do espaço em disco (em nosso caso, do volume lógico), convém escolher que o disco virtual será alocado à medida que for sendo utilizado, mas se a aplicação para a solução requer mais desempenho, convém colocar já o tamanho fixado.
Como o caso aqui estudado requer simplesmente a otimização do espaço alocado, usaremos um disco virtual dinamicamente alocado.

Para ampliar, clique sobre a figura.

Ao clicar em Próximo, será exibida outra uma tela onde escolheremos a localização, e o tamanho do nosso disco virtual. Como a localização da máquina virtual já foi ajustada na configuração principal do software, apenas coloquei o nome do disco virtual como "unix".
E o tamanho do disco virtual, coloquei já para ocupar todo o espaço alocado no volume lógico (20 Gb).

Para ampliar, clique sobre a figura.

Ao clicar em Próximo, será exibida a tela do sumário do disco virtual, como mostra a figura acima, e em seguida a do sumário da vm.

Para ampliar, clique sobre a figura.

E está criada (botão "Criar") a nossa vm, restando fazer a configuração do "virtual setup" dela, conforme mostra a figura abaixo:

Para ampliar, clique sobre a figura.

Ao clicar em Máquina - Configurações... Será exibida a tela abaixo:

Para ampliar, clique sobre a figura.

Onde será necessário configurar apenas as sessões Sistema, Armazenamento, e Rede, conforme segue...

Para ampliar, clique sobre a figura.

Sessão Sistema:

  • Deixar a ordem de Boot conforme mostra a figura acima (setas para baixo e para cima, a direita), desabilitando o disquete;
  • Habilitar o relógio da máquina para retornar hora UTC, pois o sistema a ser instalado será um Unix.
Para ampliar, clique sobre a figura.


Sessão Armazenamento:
  • Selecionar o CD na Árvore de Armazenamento;
  • Selecionar a imagem iso do sistema operacional convidado a ser instalado, conforme mostrado à direita na figura acima;

Para ampliar, clique sobre a figura.
  • Procurar dentre as pastas do usuário corrente do sistema hospedeiro onde está armazenada a imagem iso do sistema a ser instalado, conforme mostra a figura acima;
  • Clicar no botão Abrir...
Para ampliar, clique sobre a figura.

E o sistema está agora disponibilizado para instalação em nossa vm.
Para quem quiser fazer o download da versão estável mais atual do FreeBSD, clique aqui.


Para ampliar, clique sobre a figura.

Sessão Rede:

  • A vm será conectada à rede em modo "bridge", de forma que ela funcionará como se uma máquina independente do sistema hospedeiro ligada ao roteador, ou switch;
Obs.: Poderia deixar o padrão conectado a NAT, porém o FreeBSD não gerencia isto de forma adequada pelo menos em tempo de instalação.
Para ampliar, clique sobre a figura.
  • Logo abaixo (Nome), selecionar a placa de rede usada pelo hospedeiro, no caso aqui é a eth1, que corresponde ao dispositivo wi-fi usada no Slackware aqui instalado.
Visão geral de sessão Rede pós configuração.
Para ampliar, clique sobre a figura.
Clicou em Ok, pronto, vm configurada.

Na próxima postagem, abordarei a instalação propriamente dita do FreeBSD sobre a máquina virtual.

Tudo, até aqui.

Saudações a todos.

Instalação do FreeBSD

Na postagem anterior abordamos sobre a configuração da vm para receber o sistema operacional, no nosso caso, o FreeBSD.

O FreeBSD é um sistema operacional avançado compatível com as arquiteturas x86, amd64, ARM, IA-64, PowerPC, PC-98 and UltraSPARC®. Trata-se de um sistema derivado do BSD, a versão do Unix desenvolvida pela Universidade da Califórnia, Berkeley, e que continua sendo desenvolvido e mantido por numerosa parcela de pessoas ao redor do mundo.

O FreeBSD é ideal para servidores de internet ou intranet. Ele fornece serviços de uma rede robusta sob as cargas mais pesadas e usa a memória eficientemente para manter um bom tempo de resposta para milhares de processos de usuários simultâneos.

Começando a instalar...

Para ampliar, clique sobre a figura.


Após carregado o CD de instalação como vemos acima (no nosso caso, a própria imagem iso), aparecará a tela abaixo...

Para ampliar, clique sobre a figura.


Na tela mostrada na figura acima, apenas digitar 1 e esperar o carregamento da próxima tela...

Para ampliar, clique sobre a figura.


Conforme vemos na figura acima, a instalação solicita escolhermos o país. Usa-se seta para baixo ou para cima para escolher a opção desejada, e pressionar Enter para prosseguir...

Para ampliar, clique sobre a figura.


A instalação agora solicita escolhermos layout do teclado (Keymap). Usa-se seta para baixo ou para cima para escolher o layout do teclado usado, e pressionar Enter para prosseguir...

Para ampliar, clique sobre a figura.


Após algumas configurações preliminares, chegamos a instalação propriamente dita. Para usuários iniciantes, o ideal é escolher a opção Standard, pressionar tecla TAB até que o botão Select torne-se habilitado (na cor azul) e pressionar Enter...

Para ampliar, clique sobre a figura.


Aparecerá, em seguida, a mensagem acima, avisando que na próxima tela, será necessário configurar o esquema de particionamento no estilo DOS para o HD usado, e ao pressionar-mos outra vez Enter, seremos levados ao aplicativo de particionamento, conforme mostra a figura abaixo...

Para ampliar, clique sobre a figura.

Nota-se, conforme a figura acima, que a tela do Fdisk do FreeBSD é dividida em três sessões:

  • Informações do disco - Mostra o nome do disco atribuido pelo FreeBSD (ad0), a geometria do disco (cilindros, cebaças, setores), o tamanho total em setores e em megabytes;
  • Fatias presentes no disco - Mostra a quantidade de fatias (slices) presentes no disco, o setor inicial e o setor final de cada uma delas, o seu tamanho em setores, o nome atribuído pelo FreeBSD, a sua descrição e sub-tipo;
  • Menu de comandos - Mostra os comandos disponíveis no Fdisk.


Para ampliar, clique sobre a figura.

Vamos na figura acima que foi criado um slice com o tamanho total do disco, usando o comando A, para que todo o disco seja usado (Use Entire Disk). Dentre as fatias presentes no disco, notamos que a fatia criada para a instalação do FreeBSD tem as seguintes características:

  • Setor inicial (Offset) - 63
  • Tamanho (Em setores) - 41942817
  • Setor final (End) - 41942879
  • Nome da fatia - ad0s1
  • Descrição - freebsd
  • Sub-tipo (Partition ID) - 168
É possível uma fatia ser montada, por exemplo, como /home?
A resposta é não. Entende-se, no FreeBSD, que fatias são como se fossem grupos de volumes lógicos e as suas partições são como os volumes. Claro que o funcionamento não é igual, servindo isto apenas como uma referência para a compreensão da alocação do disco para instalação do FreeBSD.

Após criar a fatia, basta ir na tecla Q (Finish) para passar para a tela seguinte:

Para ampliar, clique sobre a figura.

Na figura acima mostra a configuração do gerenciador de boot (dual boot), como não temos aqui outros sistemas operacionais instalados, escolhemos a opção Standard, e pressionamos Enter.


Para ampliar, clique sobre a figura.

Assim, é exibida esta mensagem, avisando sobre a necessidade da criação das partições BSD. Basta pressionar Enter...


Para ampliar, clique sobre a figura.

... E nos será exibida a tela do "Disklabel Editor", que é o editor de partições do FreeBSD, também é dividido em três sessões:

Informações da fatia - Mostra o nome do disco atribuído pelo FreeBSD (ad0), o nome atribuído à fatia criada (ad0s1), e o epaço livre da fatia expresso em blocos e em megabytes;
Partições presentes em cada fatia - Mostra a quantidade de partições presentes na fatia criada;
Menu de comandos - Mostra os comandos disponíveis no Disklabel Editor.

Assim, com a fatia ad0s1 selecionada, conforme mostra a figura acima, pressionamos a tecla C (Create)...


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... E exibira uma pequena tela com um campo onde deve ser digitado o tamanho da partição, qual pode ser expresso em blocos, em Gb (G), em Mb (M). Eu escolhi o temanho 9999M, expresso em megabytes.
Feito isto, pressionar Enter.


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E será exibida outra tela onde deve ser escolhido se a partição será alocada como sistema de arquivos, ou área de troca (swap). Bem, pelo tamanho certamente será usada como sistema de arquivos (FS)... Enter...


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... e será justamente a petição raiz ( / ). Enter.


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E ai está a partição raiz criada dentro da fatia (slice). Deste forma, usando os mesmos procedimentos, podem ser criadas as outras partições como /usr, /home, /var, etc. Não é recomendável criar uma partição /boot.


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Após ter criado uma partição /home, criaremos agora (tecla C) a nossa partição swap.
Como trata-se do resto do espaço da fatia a ser alocado, pode deixar o tamanho expresso em blocos (no caso 575265), e pressionar Enter.


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Com a seta para baixo, configuramos esta partição como sendo a área de troca (swap)... Enter...


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E esta pronta a nossa tabela de particionamento.
Pressionar, assim, a tela Q (Finish).


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Chegamos agora a mais uma etapa da instalação do sistema, onde escolheremos quais as distribuições queremos instalar. Isto dependerá da aplicação do sistema, assim como do espaço alocado disponível em disco. Havendo espaço suficiente em disco, e para usuários ainda não muito familiarizados com o FreeBSD, o ideal é escolher todas as distribuições (All), conforme mostra a figura acima, e em seguida pressionar Enter.


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Depois é exibido um dialogo que pergunta se queremos ou não instalar o "Ports Collection".
O que é o "Ports Collection"? É uma forma fácil e conveniente de instalar softwares de terceiros no FreeBSD, onde é automatizado o download, a compilação, e a instalação destes softwares. Funciona como o apt-get, o yum, o slackpkg, dentre outros similares em distribuições Linux.
Aqui foi escolhido que sim (Yes). Pressionar Enter...


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Ao retornar a tela anterior, é verificado que todas as distribuições estão marcadas para serem instaladas.


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Seta para cima até que seja selecionada a opção para sair do menu (Exit), tecla TAB, para deixar o botão OK sombreado, e pressionar Enter para prosseguir...


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Ao certificar que o meio de instalação, no caso, CD/DVD (iso), tecla TAB, para deixar o botão OK sombreado, e pressionar Enter para mais uma vez prosseguir...


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Depois é exibido um dialogo que pergunta se o usuário está certo ou não de prosseguir com a instalação do sistema, avisando do perigo de haver perda de dados caso o não haja feito um prévio backup.
Sim (Yes). Pressionar Enter...


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E o sysinstall prossegue com a instalação...


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Até que é exibida a mensagem dizendo que o FreeBSD está instalado em nosso sistema, passando para mais uma etapa, que são as configurações pós-instalação.


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 Nas figuras acima o sysinstall faz perguntas referentes a configuração de rede. Ele pergunta se o usuário deseja configurar algum dispositivo de rede, depois pergunta se quer testar o o protocolo IP na versão 6 (IPv6), e em seguida, se quer configurar a interface com IP fixo, ou com IP dinâmico (DHCP). Neste caso, as configurações foram deixadas conforme está nas figuras.

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 Como a interface foi configurara para receber um IP dinâmico, será exibida a tela acima, bastando preencher apenas os campos Host e Domain.
Para confirmar a configuração, use a tecla TAB até que o botão OK esteja sombreado em azul, conforme mostrado na figura, e em seguida Enter;

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Ao sair da tela de configuração da interface de rede, o sysinstall fará mais algumas perguntas sobre alguns serviços de rede. É perguntado, respectivamente:
  1. Se a maquina será usada como um gateway para fazer o forwarding de pacotes entre outras máquinas na rede, ou se ele será apenas um node, dentro de um cluster, por exemplo;
  2. Se será configurado o inetd, e os serviços de rede que o sistema fornece;
  3. Se será disponibilizado o login via SSH na máquina;
  4. Se terá acessos FTP anônimos para a máquina;
  5. Se será configurado um servidor NFS;
  6. Se a máquina será configurada como um cliente NFS.
As configurações foram deixadas também conforme mostram as figuras acima.
É possível revisar e refazer todas as configurações, quais estamos vendo aqui, após a instalação usando sysinstall e selecionando Configure.


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Nas duas figuras acima, é perguntado respectivamente, se serão configuradas as opções do console do sistema (terminal), e se será configurado o fuso horário da máquina, sendo isto configurado também conforme mostram as figuras...
 
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Dentro das configurações do fuso horário, são exibidas as figuras acima, onde primeiramente é perguntado se a máquina está configurada para UTC, de forma que a maioria dos sistemas Unix usam UTC. (Lembrando que assim foi feito nas configurações da vm). Depois são solicitadas as configurações relacionadas a região. No caso aqui foi configurada para ser usada na América (Norte e Sul), no Brazil, regiões Sul e Sudeste, e ao final é perguntado se a configuração da abreviação "BRST"está correta. Basta confirmar (Yes);
Depois é perguntado se o sistema tem algum tipo de mouse como PS/2, serial, ou bus. Deixado como mostra a figura.


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Os pacotes são binários pré-compilados, sendo a maneira mais conveniente de instalar software no FreeBSD. Assim, é perguntado se quer fazer uma navegação dentre os pacotes disponíveis, e escolher alguns para já serem instalados. Escolhendo sim, será exibida uma próxima tela mostrando os pacotes disponíveis, subdivididos em categorias, podendo também instalar todos os pacotes disponíveis. Escolhendo para instalar todos os pacotes (All), basta usar a tecla TAB até deixar o botão Install sombreado em azul, e teclar Enter.
Aqui no caso foi exibida uma mensagem dizendo não haver pacotes para serem extraidos. Enter...


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Para ampliar, clique sobre a figura. (13)

Para ampliar, clique sobre a figura. (14)
Quase no final de terminar as configurações pós instalação, inicia-se a etapa em que o sysinstall entra nas configurações relativas a usuários e grupos, onde começa perguntando se quer adicionar alguma conta inicial de usuário, alertando sobre o perigo em acessar o sistema como root após instalado, seguindo assim os demais passos:
  1. Adicionar um grupo ao sistema;
  2. É adicionado o grupo "vmusers", com o GID 1001 (Figuras 8 e 9);
  3. Adicionar o usuário "gast" ao sistema como membro do grupo vmusers, pressionar TAB para alternar entre os campos na tela, e até que o botão Ok fique sombreado em azul (Figuras 10 e 11);
  4. Após configurado o grupo e o usuário, seta ara cima para sair (Exit), e pressionar Enter (Figura 12);
  5. É exibido um aviso, solicitando que seja escolhida uma senha para o administrador do sistema (root)(Figura 13);
  6. Digitada, e confirmada a senha root (Figura 14).

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 Finalmente, é perguntado se quer rever o menu de configurações gerais para verificar se houve alguma opção de configuração perdida...

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... Ao dar a resposta negativa (No) para rever as configuração, será exibida novamente a tela acima. Basta teclar TAB até que o botão "Exit install" fique sombreado em azul, e pressionar Enter.

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É perguntado se está certo de querer sair. Yes.

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O sysinstall avisa de estar certo de não haver mais alguma mídia inserida no drive...

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Ao dar Enter, o sysinstall reinicializa o sistema, e pronto. Ai está o nosso FreeBSD 8.2 instalado.
Nota-se que alguns serviços pre-configurados estão inicializando corretamente, como o sshd, e também que a interface de rede já muda de nomenclatura em relação ao Linux, sendo chamada em0.

Haverão mais abordagens aqui sobre o FreeBSD, quais não serão feitas por agora, por não ser o foco deste blog no momento.
As próximas sessões de postagens serão sobre o Xen Hypervisor, a sua instalação e configuração no Slackware Linux, assim como a instalação do sistema operacional da Oracle©, o Solaris, na sua mais nova versão, usando a paravirtualizado em Xen, e abordando as diferenças em relação ao Slackware Linux em suas configurações e operações mais comuns.


Tudo, até aqui.

Saudações a todos.



Referencias:

FreeBSD Handbook - The FreeBSD Documentation Project.